O confronto de quinta feira ás 18 horas contra o Boavista pode ser considerado chave para as pretensões futuras do Volta Redonda no certame. Com 13 pontos conquistados, mas tendo ainda edversários importantes como; Flamengo, Botafogo e Bangu pela frente o jogo contra o time de Bacaxá, em caso de vitória manterá o time nas duas primeiras colocações independente dos resultados dos demais jogos dos concorrentes.

Em treze dias  o time enfrentou uma verdadeira maratona. Foram cinco jogos, mais de 7 mil kms viajados, quatro vitórias, vice-liderança do Campeonato Carioca, com a mesma pontuação do líder Flamengo, e classificação para a segunda fase da Copa do Brasil.

No final, o comandante Neto Colucci fez um balanço positivo da sequência de jogos e exaltou a força do elenco tricolor, que manteve o nível de competição em todos os confrontos.

Terminamos uma maratona de cinco jogos em 13 dias, com quatro vitórias que mostram a força do nosso time e reafirmam que o Volta Redonda irá brigar pela classificação em todas as competições que disputar. Com a ajuda de toda a comissão técnica, montamos uma programação com a fisiologia, o Cláudio Toledo, para enfrentarmos essa sequência pesada de jogos, com uma alimentação reforçada, suplementação com a Biodoses, pensadas pelo nosso nutricionista Elton, o recovery da Avanutri, com a fisioterapia trabalhando a recuperação dos atletas, a preparação física… Enfim, conseguimos terminar com um bom aproveitamento e, o mais importante, com a equipe em uma crescente muito boa para a sequência da competição – destacou o comandante tricolor, que ainda analisou a vitória do Volta Redonda sobre o Fluminense.

Entramos para buscar a vitória, brigamos por ela até o fim e fomos premiados com o resultado positivo que é muito importante para a classificação. Além dos três pontos, foi muito importante também o fato de fazermos três gols contra uma grande equipe, ainda mais pela cobrança que tínhamos de criar as chances e não aproveitar. Vamos voltar a jogar em casa contra a grande equipe do Boavista, mas, como sempre falo com o grupo, no Raulino temos a obrigação de vencer, independentemente do adversário, e vamos trabalhar forte para buscar a vitória –  completou.

Raulino terá maratona de jogos em plena pandemia

A proibição de jogos na cidade do Rio de Janeiro acabou sobrando para o estádio da Cidadania. Considerado o melhor palco disponível no Estado a Federação não perdeu tempo e de uma só vez marcou três jogos seguidos para o local. Os jogos terão horários que não devem interferir no atendimento ao público que diariamente se desloca para a clinica da cidadania que funciona nas dependências do Estádio, mas o fluxo de pessoas de outras cidades, mesmo não sendo permitido a presença de torcidas preocupa devido o aumento desordenado de pessoas infectadas com o novo coronavirus no Estado.

Nesta terça feira ás 21h30min. Jogam; Fluminense x Vasco, na quarta feira ás 21 horas, Flamengo x Bangu e na quinta ás 18 horas Volta Redonda x Boavista. Vale lembrar que o gramado que há menos de dois meses estava impraticável foi recuperado mas ainda não atingiu o ponto ideal para uma maratona de jogos como esta programada pela Federação de Futebol do Rio de Janeiro.

Carioca: Times grandes ‘compram’ mando de pequenos e aumentam desequilíbrio técnico

Matéria do jornal O Globo

A elitização do futebol do Rio passa pela presença cada vez mais rara dos quatro grandes clubes nos estádios onde o esporte é mais democrático e romântico: os dos times considerados pequenos. Entre muitos exemplos a cada edição do Carioca, vale destacar a última rodada, em que Vasco e Botafogo foram visitantes contra Nova Iguaçu e Bangu. Os duelos, porém, aconteceram em São Januário e Nilton Santos, respectivamente.

Nem mesmo a pandemia, que afastou os torcedores dos estádios, foi capaz de tirar totalmente os clubes de maior torcida da zona de conforto oferecida por Maracanã, São Januário e Nilton Santos. Até o momento, Botafogo, Flamengo e Fluminense têm apenas um jogo, cada, em estádio pequeno confirmado na Taça Guanabara. O Vasco, dois.

Era justamente a impossibilidade de receber a torcida dos grandes com conforto e segurança adequados um dos motivos para os times menores serem alijados do direito de mandar as partidas em casa.

Um fator econômico ajuda a explicar a inversão de mandos de campo na edição deste ano. Existe um acordo de cavaleiros entre os clubes grandes e pequenos, em que os maiores estão arcando integralmente com as despesas das partidas cujos mandos são dos menores, passando por cima do que diz o regulamento da competição — ele estabelece que, quando o mandante é um clube pequeno, a despesa deve ser dividida igualmente se os times empatarem, ou com 60% para o perdedor e 40% para o vencedor.

Em troca do gesto de generosidade, o grande recebe o direito de escolher onde jogar. O Vasco, por exemplo, obviamente, escolheu que o Nova Iguaçu mandasse o jogo na Colina.

Ainda que perca totalmente o fator campo ao aceitar jogar no estádio do adversário, o clube pequeno celebra o gasto a menos — com os portões fechados, todos os jogos operam no vermelho e a crise causada pela pandemia bate com força à porta de todos eles.

Desde que o Campeonato Estadual começou, a espécie de “compra do mando de campo” aconteceu em três partidas: Resende x Fluminense, Macaé x Flamengo e Nova Iguaçu x Vasco. Na partida entre Bangu e Botafogo, ocorrida no Nilton Santos, o alvinegro fez questão do regulamento e dividiu as despesas meio a meio. Os dirigentes de Moça Bonita lamentaram o gasto de cerca de R$ 27 mil, uma vez que parte dos funcionários não recebem há oito meses. Mas ainda foi um prejuízo menor do que seria levar a partida para Volta Redonda, outra opção na mesa.

Sem Carioca e com Paulistão parado, Globo prevê queda brusca na arrecadação do Premiere

A Globo já imagina uma queda no número de assinantes do canal por pay-per-view Premiere. Sem o Cariocão, que agora está na Record, e com o Campeonato Paulista paralisado por conta da Covid-19, a emissora voltará a ter um mês de diminuição de pessoas pagando pelo serviço. Será a primeira vez que isso acontece desde a retomada do futebol brasileiro, em julho de 2020. As informações são do Uol.

De acordo com o portal, a Globo prevê uma queda na base de clientes, algo entre 30 a 40 mil pessoas desistindo da assinatura. Sem a principal competição do PPV, que é o Brasileirão, o Premiere geralmente sofre a diminuição. Porém, desta vez, a perda pode ser maior que o habitual. Isso significaria uma complicação na arrecadação que poderá atrapalhar os negócios e o fechamento das contas para pagar os clubes sob contrato após o fim da temporada. 

As finanças de abril também já começariam a preocupar. Outro aspecto relevante seria escolha dos assinantes de cortarem o Premiere para assinar com o PPV do Cariocão. Em 2020, entre março e julho, a Globo havia perdido cerca de 400 mil assinantes por conta do começo da pandemia. Um anos

CBF e clubes realizam conselhos técnicos das Séries A, B e C do Campeonato Brasileiro

CBF e os clubes participantes das três principais divisões do futebol brasileiro realizaram, nesta semana, os conselhos técnicos das Série A, B e C do Brasileirão. Por videoconferência, as reuniões contaram com a participação de representantes dos 60 clubes envolvidos na disputa dos campeonatos, além de suas respectivas federações locais de futebol.

Durante as reuniões, o Presidente da CBF conduziu o debate que estabeleceu regras, parâmetros e definir demais questões sobre a disputa do Brasileiro. Uma grande novidade abrangerá as três competições a partir desta temporada: a nova regra que limita a troca de técnicos no Campeonato Brasileiro. A proposta era defendida pela CBF há três anos e foi apresentada por Rogério Caboclo nas três reuniões.

Aprovada em votação com os clubes, a medida permite que o clube demita apenas um treinador durante a disputa do campeonato. Em caso de nova demissão, o time não poderá inscrever um terceiro treinador para jogar o Brasileiro. O dispositivo prevê reciprocidade dos técnicos também, que não poderão treinar um terceiro clube no campeonato se pedirem demissão duas vezes ao longo da temporada. Na Série A, a medida foi aprovada por 11 a 9 na votação entre os clubes. Já na Série B, 18 dos 20 clubes votantes disseram sim à regra. Na Série C, o limite de troca de técnicos foi aprovado por unanimidade.