Há pelo menos três anos o Volta Redonda faz campanha de time grande se coloca sempre entre os primeiros colocados. Em 2020 terminou o Estadual em terceiro lugar geral. Este ano o time vem mantendo a primeira colocação desde a primeira rodada, tem o artilheiro da competição, Alef  Manga  com sete gols até a oitava rodada, mas mesmo assim a campanha do tricolor de aço não consegue ser reconhecida pelos meios de comunicação do Estado que preferem dar destaque somente para os quatro clubes de maior torcida.

Independente da sequência do certame o time da Cidade do Aço mostrou em oito rodadas do Estadual 2021 uma campanha só igualada pelo Flamengo, que tem um elenco milionário. Em oito jogos disputados pelo Volta Redonda, foram seis vitórias, um empate e apenas uma derrota. Vale lembrar que o tricolor de aço venceu entre outros, Vasco e Fluminense clubes que ocupam espaços nos principais programas esportivos de radio e TV e as páginas dos principais jornais da capital.

Este tipo de discriminação da mídia com os clubes de menor investimento justifica o fato do Campeonato Estadual do Rio de janeiro, outrora o mais importante do país não ter o mesmo prestígio do Paulista que tem uma cobertura em igualdade de condições mesmo que o clube seja de uma cidade do interior.

Após vencer o Nova Iguaçu o Volta Redonda subiu para 19 pontos e em seguida viajou para a Bahia onde nesta quarta feira ás 16 horas enfrenta o Juazeirense  pela Copa do Brasil.

 

Diretoria se pronuncia sobre assédio sobre Alef Manga

 

As boas atuações e a artilharia do Campeonato tem provocado especulações sobre interesse de vários clubes sobre o atacante  Alef Manga. Procuramos o vice presidente Flávio Horta Junior e ele garantiu  que o clube fará de tudo para não perder o jogador para a disputa da série C.

-Sobre o Alef a gente vai fazer de tudo para que ele fique.  Sabemos da dificuldade.  De graça é óbvio  que ele não vai sair. Problema dele ficar no Rio é que depende da vontade deles e também da possibilidade de nos pagarem. Exemplo… Marrony que o Vasco não nos pagou. A gente sabe que vai ser difícil segurar mas vamos fazer tudo que for possível. Sem compensação  financeira ele não vai sair. Nem q seja uma venda futura mas se ele for sair nesse momento a ideal é que alguma coisa o VRFC já receba-. Disse o dirigente.

 

Com dois títulos na mira e estreia na Libertadores, Flamengo tem abril decisivo pela frente; veja calendário

 

Após um início de temporada em ritmo de treino, o Flamengo terá pela frente um mês de abril decisivo. Além da reta final da Taça Guanabara, da qual é o atual líder, o Rubro-Negro defenderá o título da Supercopa do Brasil contra o Palmeiras e disputará as duas primeiras rodadas da fase de grupos da Copa Libertadores da América.

Atual campeão do Brasileirão, o Flamengo voltará a disputar a Supercopa do Brasil e terá a chance de levantar o primeiro troféu da temporada. O confronto, em jogo único, será no dia 11 de abril contra o Palmeiras, campeão da Copa do Brasil 2020. O palco da partida será o Estádio Mané Garrincha, em Brasília.

O clube rubro-negro, inclusive, é o atual campeão do torneio. Em 2020, ainda sob o comando de Jorge Jesus, a equipe se sagrou campeã ao bater o Athletico-PR

 

O outro desafio do Flamengo em abril será a disputa das primeiras rodadas da fase de grupos da Libertadores. Campeão em 2019 e eliminado nas oitavas de final em 2020, o clube iniciará a campanha em busca do terceiro título na competição mais importante da América do Sul.

A primeira  e a segunda rodadas estão marcadas para ocorrer nas semanas do dia 21 e do dia 28 de abril, respectivamente. O Flamengo é um dos cabeças de chave do torneio e conhecerá os adversários da fase de grupos no sorteio da próxima sexta-feira, 9 de abril.

 

Futebol se ajoelha em protestos contra o racismo, mas segue acumulando injúrias raciais em campo

Há pouco menos de um ano, o futebol se somava ao movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam). Ao redor do mundo, jogadores começaram a se ajoelhar antes das partidas para chamar a atenção na luta contra o racismo. Só que o bonito gesto está muito longe de se tornar uma realidade dentro do próprio futebol, que vive uma temporada repleta de acusações de injúrias raciais.

Neste domingo, foi a vez de o zagueiro  Mouctar Diakhaby, do Valencia. No confronto contra o Cádiz, ele acusou o rival Juan Cala de lhe proferir palavras racistas. Indignado, deixou o campo e foi seguido por todos os companheiros do Valencia.

 

O treino do Valencia nesta segunda-feira foi marcado por um ato do elenco em apoio ao zagueiro Diakhaby. Um dia depois de o zagueiro abandonar o duelo contra o Cádiz alegando ter sido vítima de preconceito racial, os jogadores, a comissão técnica e até o presidente do clube se reuniram no gramado do CT para uma manifestação.

 

O Brasil também teve acusações recentes de racismo. Em dezembro, Gerson deixou o campo revoltado depois de uma vitória do Flamengo sobre o Bahia e disse ter ouvido do colombiano Índio Ramirez as seguintes palavras: “Cala boca, negro”.

O STJD abriu investigações, mas disse não haver provas o suficiente e arquivou o caso.

 

Com suspeita de covid-19, Renato Gaúcho ‘desfalca’ Grêmio na Libertadores

Mesmo com o avanço da Covid, os campeonatos seguem sem maiores preocupações com exceção de São Paulo, cujo governar tomou uma atitude em favor a vida proibindo temporariamente a disputa de jogos do Campeonato Regional. Várias entidades esportivas como a Conmenbol, CBF e algumas Federações como a do Rio mantém as atividades apesar do risco de contágio.

O Grêmio embarcou para o Equador  sem Renato Gaúcho. O treinador foi vetado da viagem de última hora por apresentar suspeita de covid-19. O time brasileiro vai enfrentar o Independiente del Valle nesta quarta-feira, em Quito, pela terceira fase preliminar da Copa Libertadores.

 

Jair Ventura não é mais o técnico do Sport

O Sport está no mercado para procurar um novo treinador. Isso acontece por conta da demissão de Jair Ventura na manhã desta segunda-feira (05). O comandante não resistiu à sequência de resultados ruins e acabou sendo desligado do cargo.

O treinador deixa a equipe com um aproveitamento de 37% e sai marcado também por salvar o Sport do rebaixamento no último Campeonato Brasileiro, algo que foi comemorado como “título” em entrevista coletiva na rodada final da competição nacional. O retrospecto de Jair Ventura no Sport foi de 14 vitórias, oito empates e 23 derrotas.